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Texto foi lido no lançamento da Campanha da Fraternidade de 2013.
Mensagem é da última quinta, 4 dias antes de Bento XVI anunciar renúncia.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentou nesta quarta (13), em Brasília, uma mensagem do Papa Bento XVI à juventude brasileira durante o lançamento da Campanha da Fraternidade de 2013. No texto, o Papa convoca os jovens a participar da Igreja Católica.
A mensagem é datada de 7 de fevereiro, quatro dias antes de Bento XVI anunciar que deixará o pontificado no próximo dia 28 de fevereiro.
"Convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime", diz trecho da mensagem do Papa lida pelo secretário-executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias.
A campanha de 2013 tem como tema "Fraternidade e Juventude" e o lema "Eis-me aqui, envia-me". É a segunda vez que a Igreja Católica lança uma campanha com o objetivo de atrair os jovens - em 1992, a juventude também foi foco.
O ministro Gilberto Carvalho (primeiro a partir da esq.) e o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner (segundo), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2013 (Foto: Mariana Oliveira / G1)
Participaram do lançamento, na sede da CNBB, o secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Steiner, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Estiveram presentes também o senador Wellington Dias (PT-PI) e o ex-deputado e ex-ministro dos Direitos Humanos Nilmário Miranda (PT-MG).
Na mensagem lida no lançamento da Campanha da Fraternidade, o Papa diz esperar que a campanha ajude o jovem "a descobrir a força e a beleza da fé no meio dos desertos espirituais do mundo contemporâneo".
"Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n'Ele, de crescer na sua amizade, de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas as situações, para transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo", diz o texto do Papa.
Além da Campanha da Fraternidade, a Igreja Católica também se prepara para realizar em julho, no Rio de Janeiro, um dos principais eventos católicos, a Jornada Mundial da Juventude. A jornada deverá contar com a presença do Papa que sucederá de Bento XVI e será escolhido a partir de 15 de março.
CNBB fez o lançamento da Campanha da Fraternidade 2013, nesta quarta-feira, as 14h30, em sua sede, em Brasília. O tema é a juventude e Gilberto Carvalho, ministro-chefe da secretaria geral da presidência da República, esteve presente. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convidou a imprensa a participar, nesta quarta-feira, dia 13 de fevereiro, às 14h30, em sua sede em Brasília (DF), da coletiva de imprensa que marcou o lançamento da 50ª edição da Campanha da Fraternidade (CF). A Conferência apresentou o tema deste ano, “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8).
Participaram da coletiva o Secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar de Brasília (DF); o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho e representantes de movimentos da juventude.
Com esta Campanha, a Igreja no Brasil quer acolher os jovens e propor a reflexão sobre sua condição, além de mobilizá-los para a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro neste ano ao mês de julho com a presença do novo papa.
Acolhido com um longo aplauso, Bento XVI deu início à audiência geral desta manhã, explicando de novo as razões que o levaram a renunciar ao ministério petrino. Estas são suas palavras: Caros irmãos e irmãs, Como sabeis, decidi renunciar ao ministério que o Senhor me confiou a 19 de abril de 2005. Fi-lo em plena liberdade, para o bem da Igreja, depois de ter rezada longamente e de ter examinado diante de Deus a minha consciência, bem consciente da gravidade dessa ato, mas também consciente de já não estar em condições de prosseguir o ministério petrino com aquela força que ele exige. Sustenta-me e ilumina-me a certeza de que a Igreja é de Cristo, o qual nunca fará faltar o sua guia e o seu cuidado. Agradeço a todos pelo amor e pela oração com que me tendes acompanhado. (aplausos). Obrigado, senti quase fisicamente nestes dias nada fáceis para mim, a força da oração que o amor da Igreja, a vossa oração, me traz. Continuai a rezar por mim, pela Igreja, pelo futuro Papa. O Senhor o guiará.
Muito concorrida esta audiência geral, a penúltima do pontificado (dado que na próxima semana têm lugar os Exercícios Espirituais no Vaticano). Tema da catequese, o sentido do tempo da Quaresma, que hoje inicia. Eis a síntese pronunciada por Bento XVI em português, com as saudações aos peregrinos lusófonos:
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje, Quarta-feira de Cinzas, iniciamos a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Estes quarenta dias de penitência nos recordam os dias que Jesus passou no deserto, sendo então tentado pelo diabo para deixar o caminho indicado por Deus Pai e seguir outras estradas mais fáceis e mundanas. Refletindo sobre as tentações a que Jesus foi sujeito, cada um de nós é convidado a dar resposta a esta pergunta fundamental: O que é que verdadeiramente conta na minha vida? Que lugar tem Deus na minha vida? O senhor dela é Deus ou sou eu? De fato, as tentações se resumem no desejo de instrumentalizar Deus para os nossos próprios interesses, em querer colocar-se no lugar de Deus. Jesus se sujeitou às nossas tentações a fim de vencer o maligno e abrir-nos o caminho para Deus. Por isso, a luta contra as tentações, através da conversão que nos é pedida na Quaresma, significa colocar Deus em primeiro lugar como fez Jesus, de tal modo que o Evangelho seja a orientação concreta da nossa vida.
Amados peregrinos lusófonos, uma cordial saudação para todos, nomeadamente para os grupos portugueses de Lamego e Lisboa, e os brasileiros de Curitiba e Porto Alegre. E que cada um de vós possa viver estes quarenta dias como um generoso caminho de conversão à santidade que o Deus Santo vos pede e quer dar! As suas bênçãos desçam abundantes sobre vós e vossas famílias! Obrigado!
Esta tarde, na basílica de São Pedro, às 17h, Bento XVI preside à Eucaristia de início da Quaresma, com a imposição das Cinzas. Como explicou Padre Lombardi, a decisão de transferir para São Pedro esta celebração, em vez da tradicional basílica de Santa Sabina, se justifica pelo acrescido número de participantes que se prevê desejem participar nesta que constitui a última celebração eucarística pública presidida por Bento XVI.
Os preparativos para o conclave começam assim que a renúncia do Papa se tornar efetiva, em 28 de fevereiro.
Segundo a legislação da Igreja Católica, o conclave para a eleição de um novo Papa deve começar de 15 a 20 dias após a morte do antecessor. No entanto, a situação peculiar causada pela renúncia de Bento XVI pode antecipar o processo, já que não há necessidade, por exemplo, de funerais, nem dos novemdiales – o período de nove dias em que se celebram missas pela alma do pontífice falecido. Tanto a emissora de televisão CNN quanto o jornal britânico The Guardian informaram que a intenção do Vaticano é que o novo Papa seja escolhido a tempo para as cerimônias da Semana Santa, que começa em 24 de março, Domingo de Ramos.
Desde já alguns cardeais despontam com mais possibilidade de serem escolhidos, incluindo alguns latino-americanos. Mas os motivos alegados por Bento XVI para a renúncia indicam que a idade será um fator tão ou mais importante que a origem geográfica de seu sucessor. Em sua carta de renúncia, o Papa afirmou que deixava o cargo devido à sua “avançada idade” e porque “já não tem forças” para exercer o ministério petrino. Apenas cinco dos cardeais eleitores têm menos de 60 anos, e 43 deles estão abaixo dos 70 anos, incluindo vários dos papabili, como são chamados os cotados para assumir o pontificado. Joseph Ratzinger foi eleito com 78 anos; o polonês Karol Wojtyla se tornou João Paulo II aos 58 anos.
Alguns observadores do Vaticano apostam em um Papa jovem e justificam sua preferência afirmando que o sucessor de Ratzinger deve ter a força necessária para enfrentar o desafio de um mundo cada vez mais secularizado. Outros especialistas defendem um pontificado mais curto, de quase uma década, como o atual, mas com um Papa que aposte na mesma linha de Ratzinger.
Nacionalidades
Outra questão analisada é se o futuro Papa deve ser latino-americano ou africano, ou se chegou a hora de um italiano voltar ao papado após um polonês e um alemão.
Os defensores de um italiano estão convencidos de que os cardeais dessa nacionalidade possuem diplomacia, tato e o diálogo necessários para guiar a Igreja após as crises geradas pelos escândalos de abusos sexuais contra menores cometidos por clérigos e o caso do roubo e vazamento de documentos do Sumo Pontífice.
Italianos
Nomes italianos que surgem com força são o do cardeal-arcebispo de Milão, Angelo Scola, 71 anos, próximo ao movimento Comunhão e Libertação; e o de Gianfranco Ravasi, 70 anos, que dirige o Pontifício Conselho para a Cultura.
Um não italiano que tem o perfil de diplomata citado por especialistas é o canadense Marc Ouellet, 69 anos, prefeito da Congregação para o Clero e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina.
Ouellet, que fala perfeitamente espanhol, inglês, francês e italiano, é apontado como o melhor conhecedor da Igreja nas Américas, onde vive mais da metade do 1,2 bilhão de católicos do mundo.
Latino-americano
Sobre um possível Papa latino-americano, os observadores do Vaticano consideram candidatos os brasileiros João Braz de Aviz, 65 anos, prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; e Odilo Scherer, 63 anos, arcebispo de São Paulo.
Entre os africanos, o nome mais cotado é do cardeal Peter Turkson, 64 anos, de Gana, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.
Presidente dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que vai orar por Bento XVIe desejou "sorte" aos encarregados de selecionar o sucessor. "A Igreja tem um papel decisivo para os Estados Unidos e o mundo", afirmou.
Alemanha A Alemanha expressa seu “respeito” e sua “gratidão” ao Papa. “Como um cristão e um católico, não posso deixar de me comover e ser tocado por isso", afirmou oporta-voz do governo Steffen Seibert em entrevista coletiva.
Chanceler alemã A chanceler da Alemanha, país natal do Papa, Angela Merkel, afirmou que “se o próprio Papa, após uma reflexão completa, chegou à conclusão de que não tem forças para continuar com seus deveres, então esta [decisão] tem meu máximo respeito”, afirmou.
Vaticano “Nos pegou de surpresa”, afirmou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Segundo Lombardi, o Papa renuncia em total "conformidade" com a igreja, mas continua até 28 de fevereiro com "bateria total". Segundo ele, o Papa tomou sua decisão com "grande coragem e determinação", "consciente dos problemas que a igreja enfrenta atualmente".
Bispo assistiu à renúncia O bispo mexicano Oscar Sánchez, que postulava a canonização da religiosa Lupita García Zavala durante o consistório (reunião de cardeais) em que o Papa renunciou, assistiu ao anúncio de Ratzinger. “[O Papa] disse com grandíssima sensatez ‘eu renuncio. Serei Papa até o 28 de fevereiro’. Ficamos impressionados. Os cardeais se olhavam uns aos outros”, disse.
Congregação do Vaticano O cardeal João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano, e um dos cotados para a sucessão, diz que foi "um ato de extrema humildade" e "de extremo amor à Igreja".
Dom Claudio Hummes Arcebispo emérito de São Paulo, prefeito emérito da Congregação para o Clero, ele disse ao G1 entender ser “um gesto de muita sabedoria e muita humildade" a saída e que a renúncia "não é uma anomalia, uma anormalidade”. Hummes é um dos brasileiros que irá participar do conclave.
CNBB O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno, afirmou que Bento XVI foi um"sinal de humildade e grandeza" do Papa ao admitir "limitações físicas e também de ordem de espírito". Já o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, disse que já havia percebido sinais de "dificuldades" físicas do pontífice, durante encontro em dezembro, em Roma. "Estava muito lúcido, muito presente em todas as discussões e muito bem humorado. Mas sentimos que, fisicamente, já vinha com dificuldades no caminhar."
Aparecida(SP) O bispo auxiliar da Arquidiocese de Aparecida e ex-reitor do Santuário Nacional, monsenhor Darci Nicioli, de 53 anos, afirmou que a decisão "dói no coração". Segundo ele,brasileiros têm chance de assumir o papado.
Vitória (ES) O arcebispo de Vitória, dom Luiz Mancilha Vilela, afirmou que, apesar da decisão surpreender os católicos, foi “sábia” e um ato inteligente.
Israel O chefe rabino de Israel Yona Metzger afirmou, segundo seu porta-voz, que “durante seu período [como Papa] houve a melhor relação possível entre a igreja e o rabinato e nós esperamos que essa tendência continue”. Metzger ainda desejou “boa saúde e longos dias” ao Papa, conforme o porta-voz
França O presidente francês, François Hollande, afirmou que considera a decisão do Papa "respeitável". “Não me cabe fazer comentários sobre essa decisão que pertence à igreja. Não tenho que dizer se está correto. É uma decisão que reflete uma vontade que tem que ser respeitada”, afirmou a jornalistas em Pierrefitte-sur-Seine.
Pernambuco “Nós ficamos surpresos com a notícia, mas nós entendemos perfeitamente. No próximo mês de abril, o Papa vai completar 86 anos. O cargo é muito exigente com viagens e o Papa com essa idade está muito fragilizado, ele tem em sua consciência que deveria renunciar”, disse oarcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido.
Salvador "Foi para mim uma surpresa imensa porque no dia 9 de janeiro estive com ele", afirmou Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil. "Me aparentava a idade que tem, mas parecia bem disposto, ele perguntou sobre Salvador. Para ter chegado a essa decisão, ele deve ter pensado muito, avaliado muito, rezado muito. Fez isso, certamente, sentindo que as forças que ele tem já não são suficentes para exercer a missao que ele exerce. É uma atitude baseada e fundamentada na honestidade."
Itália O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, afirmou que está "muito alterado por conta desta notícia inesperada". "Soube desta notícia há um minuto", disse aos jornalistas durante um congresso em Milão.
União Europeia “Expresso todo meu respeito ao Papa que, em que pesem as dificuldades de sua Igreja, soube dar esperança aos que creem”, afirmou o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz.
Brasília "A Arquidiocese de Brasília recebe, com surpresa, a notícia da renúncia do Santo Padre. Em ligação telefônica com o cardeal Dom João Braz de Aviz, diretamente de Roma, confirmamos que a renúncia se dará no dia 28 de fevereiro após uma convocação do próprio Santo Padre. Convidamos toda a Arquidiocese para estar em oração com o Santo Padre nesse momento em que a Igreja mais precisa do seu Pastor", informou o padre José Emerson Barros Cabral, em nota à imprensa.
Reino Unido O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou em comunicado oficial que o Papa “trabalhou incansavelmente para reforças as relações do Reino Unido com a santa sede” e que “se lembra com grande respeito e carinho” da visita de Bento XVI em 2010.
Igreja anglicana O novo arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual dos anglicanos, declarou estar com o "coração pesado". O arcebispo de York, John Sentamu, favorito a liderar a igreja anglicana na Inglaterra, afirmou que o mundo cristão perde um “grande teólogo” em seu Twitter. “Com a notícia de que o Papa deixará seu posto ao final de fevereiro, o cristianismo perderá um grande teólogo com uma grande profundidade espiritual”.
Congresso judaico “Do início ao fim, o Papa Bento XVI tem mostrado uma liderança hábil. Ele percebeu que a negação do Holocausto pública pelos líderes da igreja não deveria ficar sem resposta, e foi contra esse fato”, afirma em nota Comunicado Oficial doCongresso Judaico Mundial e Latino-Americano. “Sempre manteve uma mão estendida, e ouviu-nos com disposição.”
Rio Grande do Sul O bispo diocesano de Novo Hamburgo, Dom Zeno Hastenteufel, diz que foi pego de surpresa pela notícia. “Temos acompanhado o estado de saúde do Papa, mas ainda assim foi surpreendente. Bento XVI é conhecido por ser rígido, duro, dada sua personalidade alemã. Não imaginei que fosse, de fato, renunciar. No entanto, o mais curioso é ser uma renúncia com data marcada. Agora teremos um período de muita especulação e expectativa”, afirmou.
Santa Catarina "Eu fiquei muito surpreso com a decisão do Papa e no início pensei que fosse boato", afirmou Dom Wilson Tadeu Jönck, arcebispo de Florianópolis. "Eu entendo as razões da renúncia dele, pois quando fui ao Vaticano ele apresentava dificuldade para andar, ele mostrava não ter saúde forte. Ele não sente mais a energia para enfrentar o que pode e deve ser enfrentado."
Paraná “Estive com ele em Roma no ano de 2011, em um encontro com os bispos do Paraná. A gente ficou sabendo lá que ele não estava em plena saúde, mas nunca alguém disse concretamente o que o Papa teria de doença. Na carta que ele leu hoje pela manhã, ele reconhece uma incapacidade de adequadamente cumprir o ministério, o que mostra a grandeza e a santidade do Papa Bento XVI. Um grande homem, com grandes ideais”, afirmou Dom Anuar Batisti, arcebispo de Maringá.
Paraguai O monsenhor Claudio Giménez, presidente Conferência Episcopal Paraguaia, afirmou que a decisão pegou a todos de surpresa, mas que a Igreja Católica necessita de vitalidade. "Bento XVI criou oportunidade para darmos um passo com mais força. A Igreja precisa de vitalidade para poder evangelizar", disse ele segundo o jornal paraguaio ABC Color.
Inglaterra O arcebispo de Westminster e primado da Igreja Católica da Inglaterra e Gales, Vincent Nichols, afirmou que o Papa teve “grande coragem”. “Fazendo uma reflexão, estou seguro de que muitos reconheceram que é uma decisão de grande coragem e muita claridade de pensamento e ação”, disse em nota.
Panamá O arcebispo metropolitano do Panamá, José Domingo Ulloa, disse que a notícia “nos tomou de surpresa”. “Vemos a grandeza da figura do Papa e também a humildade de renunciar ao cargo por sua idade avançada e debilidade para seguir em frente do pontificado”, afirmou.
Irlanda O primeiro-ministro irlandês, Enda Kenny, disse que a decisão do Papa mostra “profundo sentido do dever”. “Claramente se trata de uma decisão que o Santo Padre tomou depois de meditá-la cuidadosamente e com muita oração e reflexão”, afirmou.
Pará "Quando eu soube, fui surpreendido. Mas no meu interior eu tive a consciência da coragem e dá personalidade desse homem. Penso ser um grande exemplo, essa coragem", disse oarcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Correa. "Em novembro do ano passado, tive a impressão de que ele estava muito debilitado, com dificuldades para entrar nas cerimônias e subir as escadas. Mas em janeiro, a situação era mais animadora, já o via positivamente."
Peru O arcebispo de Lima, Juan Luis Cipriani, afirmou que Ratzinger “assumiu com enorme força os desafios que se apresentaram de maneira brutal, como o caso do mordomo e do Vatileaks”. “Foi um golpe muito forte, e ainda toda a situação de pedofilia, foi outro golpe muito forte.”
Bolívia O presidente da Conferência Episcopal da Bolívia, monsenhor Oscar Aparicio, expressou “profundo respeito” à decisão. “Há que se valorizar o que o Papa faz. Ele quer renunciar porque se vê diminuído, portanto, creio que nós precisamos ter um profundo respeito por alguém que ama tão profundamente a Igreja.”
Chile O presidente da Conferência Episcopal do Chile, Ricardo Ezzati, disse que o Papa tem sido “uma benção para a Igreja Católica”. “Invocamos a ajuda do espírito para que todos os cardeais que devem reunir-se para a eleição do novo Papa tenham as luzes necessárias para encontrar a pessoa que guie a Igreja nos próximos anos.”
Venezuela “Que bom exemplo para a Igreja e para o mundo, É muito luminoso para todos e para o mundo inteiro porque nos ensina que a humanidade, que o humano está em primeiro lugar e não a busca do poder pelo poder”, afirmou o presidente da Conferência Episcopal da Venezuela, monsenhor Diego Padrón.
Estados Unidos O cardeal e arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, afirmou que a “renúncia ao cargo não é se não uma mostra de seu grande cuidado com a Igreja” e que Bento VI tem um “terno coração, a mente incisiva de um erudito e a confiança de uma alma unida a seu Deus em tudo o que faz”.
Limeira (SP) O bispo diocesano de Limeira (SP), dom Vilson Dias de Oliveira, disse que Bento XVI "é um exemplo a ser seguido" e que o Papa "se preocupou profundamente com a reorganização da Igreja Católica".